Gastronomia Paranaense

O Como Demais está de cara nova e pronto para trazer muitas novidades. Agora, além de Comer Demais, vamos Beber Demais, já que estou perto de me tornar uma sommelier profissional. Aqui vocês terão muitas dicas e informações sobre vinhos e harmonizações, afinal de contas, é muito mais legal comer bem e tomar um vinho que combine com seu prato. Também quero compartilhar com vocês rótulos que merecem ser degustados. Enfim, quero que todo mundo coma e beba bem!

farnel fachada

O assunto do meu post de hoje é sobre gastronomia paranaense e tive a oportunidade de conhecer um lugar muito especial. No coração do São Francisco, em pleno Largo da Ordem, bem em frente ao Bar do Alemão está o Farnel, restaurante típico de comida paranaense. A casa centenária é muito aconchegante e lá nos fundos há um lindo quintal, excelente para os dias ensolarados da primavera.

farnel quintal

Na mesa, há um display que conta ao visitante algumas palavras tipicamente paranaenses como sinaleiro, piá e japona. O cardápio é enxuto, o que eu acho ótimo, menos sempre é mais, e traz pratos típicos daqui como Barreado e Pierogui. Um dos destaques da casa é a paçoca de carne com abóbora. Eu provei o prato executivo, que vem com arroz e feijão acompanhados de uma incrível farofa de pinhão, quibebe e bolinho de carne. É tudo muito gostoso e muito bem preparado pela chef Glória Vargas.

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Outra atração a parte são as sobremesas, que podem ser degustadas em pequenos copinhos individuais, como o doce de café e de chocolate, e os doces de colher regionais: coco, leite, abóbora e amendoim. Mas há quem diga que é impossível sair de lá sem provar o famoso bolo de chocolate, aquele igualzinho da sua vó, com um toque caseiro.

farnel sobremesas

Entre as bebidas, há o delicioso suco de vida, com couve, laranja, mel e limão, que adotei para a vida e faço em casa, além de cervejas Eisenbahn. A carta de vinhos traz vários rótulos da Casa Vadulga, também valorizando um dos melhores produtos nacionais do segmento. Além de um excelente atendimento, os preços são justos e acessíveis. É quase uma visita obrigatória aos paranaenses. E quando receber alguém de fora, já sabe onde levar! Ele abre quartas, quintas e sextas, das 18h30 às 23h, e aos sábados das 19h às 23h. No almoço funciona sexta, sábado e domingo das 12h às 15h.

Farnel Gastronomia Paranaense
Rua Doutor Claudino dos Santos, 90
3324.9755 /  farnelcuritiba.com
 
 
 
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Jantar, piscina e terceira idade: uma combinação muito louca

A oitava edição do festival Restaurant Week acabou! Ahhhhh. Quem foi, foi, quem não foi, espera o próximo que deve acontecer no primeiro semestre de 2014, logo ali. Eu não fui em vários restaurantes, até mesmo porque tenho mais motivos contras do que pró evento, e também porque não sou rhyca ainda. Mas tenho mais uma bela história para vocês. Sábado fui jantar no Forneria Copacabana, um dos meus locais favoritos de Curitiba, e a noite não foi um grande sucesso.

A piscina da discórdia

A piscina da discórdia

O evento era um aniversário para muitas pessoas, mais ou menos umas 30. Nos acomodamos em uma das mesas lá embaixo, no deck externo, ao lado da piscina, que agora possui um chiquérrimo teto retrátil. Muito bem. Vale ressaltar que a média de idade dos convidados era de 50 anos para cima. Isso, eu era apenas um baby! Apesar de ser uma comemoração, todos fomos de menu do restaurant week.

Mas antes de começar a falar sobre os pratos e tudo mais, vamos explicar porquê piscina e terceira idade é uma combinação muito louca. De fato, há uma piscina no meio das mesas e não há nenhuma barra de proteção, nem placa avisando ‘sim eu sou uma piscina de verdade, rasa, mas sou, tenho água e você vai se molhar se chegar perto’. Pois um dos primeiros convidados, emocionado com o ambiente sofisticado foi, com os dois pés pra dentro da dita cuja. Bamboleou, mas não caiu. Bem menos trágico que a segunda vítima da noite, que apenas foi, em frente e avante sem medo de ser feliz e praticamente fez uma performance de nado sincronizado. Molhou-se inteira, molhou bolsa, documentos e inclusive o presente. Você deve estar rindo claro, sim, é algo engraçado. Mas te garanto que não é divertido passar o jantar inteiro com tudo molhado, tipo cachorro fugindo da chuva. A discussão que se levantou foi: o restaurante deve mudar e se adequar priorizando a segurança de seus convidados deixando de lado a decoração, a arquitetura e todo esse blábláblá?

O drama do camarão solitário

O drama do camarão solitário

Passada as apresentações do início, bastante marcantes, vamos ao que interessa: comida! De entrada, a maioria das pessoas da mesa foi de salada com camarão, obviamente, seduzidos pelo fruto do mar. Mas a decepção (que por mim já era esperada) aconteceu quando o mix de folhas veio acompanhado de UM, 01 camarão. Houveram sortudos com DOIS, 02 camarões. E que fique claro que o camarão da vida real é BEM menor que o camarão da foto bonita. Poxa, eu sei que camarão é caro, mas assim, ou coloca com gosto no prato ou nem oferece então. Inventa outra coisa. Mas um único camarãozinho é de fazer o cliente chorar. Talvez tivesse sido mais interessante pedir a outra entrada, carpaccio selado com crosta de ervas, que parecia bem apetitoso.

Nota 10 para o prato principal

Nota 10 para o prato principal

Tudo bem, passado o susto da ausência de camarões, pedimos o prato principal, que mais uma vez, foi unânime na mesa: mignon grelhado com molho de mostarda a l’ancienne e cogumelos servido com purê de batata salsa. E esse foi pura alegria. Mignon macio, claro, um molho saboroso, temperado e um suave purê de batata. E a quantidade era generosa, e isso vindo de uma italiana que, como esse blog diz, come demais! A outra opção me deixou bem curiosa, sorrentini de maçã servido com molho leve de queijo e presunto de Parma. Acredito que a combinação dos sabores doce e salgado deve ser bem surpreendente.

A perdição

A perdição

Mais felizes após o prato principal, era hora de saborear a sobremesa que, confesso, era o prato mais esperado pela minha pessoa, uma viciada assumida em brownie com sorvete. Pode falar o que quiser, que é basicão e tudo mais, mas para mim é uma das melhores sobremesas da vida! E essa não desapontou mesmo. Nossa, só de lembrar daquele sabor chocolate-amargo-te-quero-para-sempre do brownie eu fico com água na boca. Aos pobres mortais que pediram a outra opção, banana assada em forno a lenha servida com sorvete artesanal de canela e caramelo, só lamento.

Aos perdedores as bananas

Aos perdedores as bananas

Devo acrescentar aqui que depois que os pedidos foram tirados, lembrando que a mesa era grande mesmo e eu entendo a dificuldade de servir muita gente junta, as saladas até que vieram rápido, salvo um ou outro prato faltante. Agora, o prato principal demorou demais. Mais de meia hora, o que é inadmissível para um restaurante do porte do Forneria. Eu sei que temos que selar todos os mignons, um por um, e colocar o molho e montar o prato, mas o cliente não gosta de esperar. Depois o timing foi reestabelecido com a sobremesa. No final, minha nota para o cardápio é 7, isso porquê o brownie estava realmente muito bom, se não eu daria menos. E o atendimento deixou a desejar, assim como a estrutura do local que não está preparada para receber vovós e vovôs.

 Forneria Copacabana
Rua Itupava, 1155, Alto da XV

Restaurant Week: Jantar no Duo

duo

Depois de analisar tantos cardápios da atual edição do restaurant week, escolhi o Duo para ir comemorar o aniversário de uma amiga. Apesar de ter eleito o menu do Origens, do Hotel Radisson, um dos meus favoritos, optamos pelo Duo pelo ambiente sofisticado, agradável, descolado, gente bonita, música boa, atendimento ótimo e chef gato!

Horta Duo

Horta Duo

Com reserva feita, chegamos e sentamos. O menu era o seguinte: de entrada tinha a horta fresca ou o leitão confitado. Eu escolhi o leitão confitado e não me arrependi. A horta fresca, que vinha com folhas verdes picadas, ao vinagrete dijon com ricota e croutons, foi aprovada pelas minhas amigas apesar da reclamação de ser muito pequena. A minha entrada era basicamente a mesma coisa, só que com leitão ao invés de ricota e croutons. E a reclamação foi a mesma, podia vir mais!

javali

Aí fomos para o prato principal e obviamente, sem nem pensar, escolhi o ragu de javali servido com polenta cremosa de milho branco. Gente, to com água na boca só de lembrar do sabor daquele javali. Estava simplesmente perfeito, bem temperado, cozido no ponto, super aromático e casou muito bem com a polenta. E confesso que a quantia até que era razoável. Nota 10, na minha opinião.

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As minhas amigas ficaram com receio do javali (e se arrependeram) e escolheram o mignon general carneiro, com tournedos envoltos em panceta defumada ao molho de redução de especiarias e molho de cabernet sauvignon, servidos com batatas tostadas. Eu provei a carne e achei boa, apesar de salgada, opinião corroborada pelas minhas amigas que, dos dois tournedos, só conseguiram comer um por causa do sal. Reclamação também para as três solitárias fatias de batatas, se sentindo meio sozinhas, meio carentes, querendo mais!

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E aí vamos para as sobremesas, com um ponto super positivo e um ponto super negativo. O fator pró é a Taça Salto Morato, que eu poderia pular sem paraquedas, sem medo de ser feliz. A combinação é infalível: sorvete de baunilha, bananas do litoral carameladas em açúcar mascavo e ganache de doce de leite. Nocaute. Deliciosa, perfeita, poderia comer várias taças. Mas a falha, que na minha opinião é inaceitável, é que a outra opção de sobremesa era um bola de sorvete de creme, assim, jogada na taça, sem calda, sem frutas, sem tubetes barato da casa China. Achei vergonhoso um restaurante do nível do Duo oferecer a segunda opção uma simples bola de sorvete de creme.

tanteuhe

Para harmonizar essa refeição, que na minha opinião foi aprovada, fomos de Tantehue Cabernet Sauvignon, um vinho suave e de fácil degustação. A minha crítica fica com a inadmissível bola de sorvete solitária de sobremesa, e os mignons salgados servidos com três batatas assadas. Nota zero no quesito alta grastronomia/originalidade. Fora isso, o ambiente é sempre muito agradável e meu javali estava simplesmente divido. Se você ainda não sabe onde ir, eu recomendo. Mas corra, o evento acaba no próximo domingo, dia 20.

Restaurante Duo
Rua Desembargador Costa Carvalho, 151, Batel.

Tradição na terra do Tio Sam

Que graça tem ir para os Estados Unidos e não comer um super sanduíche, né?? Pois no meu segundo dia em Los Angeles estava com uma missão: comer no In-An-Out, uma típica lanchonete encontrada apenas na Califórnia. Eu estava voltando de um passeio e coincidentemente no meio do meu caminho estava a Sunset Boulevard, rua em que supostamente há uma lanchonete dessa.

Aí eu desci do ônibus (sim, eu andava de ônibus por lá, americanos, vocês deviam tentar, é bem eficiente e divertido) em uma altura da Sunset Boulevard mais ou menos no número mil e pouco. A lanchonete era o número seis mil e pouco. Brasileira (e anta) que sou pensei: vou andar, conhecer a região, fazer um belo passeio, torrar nesse sol, quase morrer de calor e aí chego na tal da In-An-Out.

Seria lindo, mas não foi bem assim. Depois de andar uns oito anos debaixo de um sol torrencial sem cruzar com uma alma viva na rua, não via nem sinal dos números acima de seis mil (lá embaixo, no endereço, vocês vão poder perceber que o número do restaurante é seis mil e pouco, ou seja, eu devia estar do lado do In-An-Out e nem vi, ainda bem). E eu já tinha andado umas oito Curitibas, juro. Já tava vendo Brad Pitt na rua, tamanha era minha fome e cansaço. Não precisei de muito tempo para decidir que ia me jogar na primeira portinha que aparecesse. Fosse o que fosse.

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Confesso que acabei entrando na segunda portinha, a primeira tava meio estranha, aqueles fast food meio americano, meio mexicano, meio veias entupindo em 3, 2 … NÃO. Aí que abriram a porta do paraíso e ele se chama Go Burger. Claro que fui recebida por um garçom lindo, e um maravilhoso copo de água gelada grátis eterno, o que já colaborou para a minha aprovação do local.

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Com os parafusos de volta ao lugar, pude começar a avaliar o cardápio e, com a fome que eu estava, quase pedi tudo. Como eu estava completamente morta de fome, ativei meu cérebro de gordinha e pedi um dito cujo chamado MAC N’ Cheesburguer. Se você está pensando no prato italiano mac and cheese, acertou. Os caras criaram uma obra prima com a fusão de um clássico norte-americano e um clássico italiano, chamado carinhosamente por mim de ‘adeus dignidade’.

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Quando o sanduíche chegou eu juro que quase me escondi embaixo da mesa tamanho era meu medo daquele monstro. Era o maior sanduba que eu já tinha visto na vida, e ela era meu, inteiro meu. Sim, havia dentro dele um macarrão com queijo frito, além de cebola caramelizada, bacon, cheddar e ketchup defumado da casa. E posso falar? Simplesmente sensacional. Claro que fui a nocaute e quase não aguentei, mas foi uma experiência de vida quase surreal. O sabor do hambúrguer era delicioso, o bacon com a cebola, apenas divino, mas o macarrão era totalmente desnecessário. Ponto positivo também para a batata super crocante, que vem jeitosamente colocada dentro de um copo tipo pote, com um papel absorvente.

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Eu indico, recomendo, aprovo, assino embaixo e com certeza quero voltar para provar outras opções do cardápio tipo um básico BLT, que vem com double bacon, alface, tomate e o molho da casa, GO Burger sauce. Tem ainda opções de salmão, porco e vegetariano, pra todo mundo ficar feliz. Sem contar que você pode montar o sanduíche do jeito que você quiser, basta pedir e escolher entre os itens disponíveis. O local é uma graça, bem arejado e iluminado, com grandes televisores ligados nos canais esportivos e cheio de gente descolada.

GO Burger
6290 Sunset Boulevard  

Tagine Beverly Hills

Eis que tomei coragem e vim aqui ressuscitar este blog. Pois é, foi um longo período de férias, quase a beira do óbito, mas ressurgimos das cinzas e vamos (eu e o ComoDemais) começar uma nova jornada, cheia de posts delícia para acabar com qualquer regime. E sem mais delongas, aviso que teremos vários textos sobre todas as delícias que eu comi lá na Califórnia.

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Vamos começar em grande estilo, um estilo hollywoodiano pra ninguém botar defeito. Sim, fui a Los Angeles na esperança de ser uma artista de cinema. Quase rolou. Mas aí resolvi comer e ser feliz. Minha primeira parada, primeira mesmo, foi no restaurante Tagine Beverly Hills. Cheguei neste restaurante por causa do meu amor por Ryan Gosling (que não é brincadeira). Sim, o bonitão é um dos sócios do local e eu resolvi ir até lá, vai que né, numa dessas, ele tá lá, jantando, sozinho, carente?

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Pois valeu a pena, apesar de não ter encontrado o Ryan. O restaurante é incrível. Já começa quando você abre a porta e vê uma salinha do tamanho de um almoxarifado, com umas dez mesas, uma do ladinho da outra, quase sem nenhum espaço sobrando. Mas aquele cubículo é tão acolhedor, aquele sofá é tão macio, aquele garçom é tão bonito… que você nem se deixa incomodar. Mas preste bem atenção na rua, pois é uma portinha super discreta e pode passar batido.

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Mas falando de gastronomia, o restaurante traz uma mistura de marroquino com contemporâneo e um toque vegetariano. Os pratos são leves e lindos. Logo de entrada rola uma cortesia do chef, com três pequenos aperitivos, que parece um leve, saboroso e crocante bolinho empanado de carne. Aí eu pedi o Lamb Chops, que vem com aspargo, cebolinha verde e shitake. A carne é servida em uma espécia de tábua preta, e nas pontas estão variados tipos de pimenta marroquina para você acrescentar de acordo com o seu gosto.

A carne estava perfeita, como vocês podem ver na foto. Quanto ao vinho, confesso que marquei bobeira e não anotei o nome, mas era um cabernet sauvignon bem encorpado e casou muito bem. Deu vontade de voltar outro dia para provar as opções com frutos do mar, que estavam aromatizando todo o ambiente. Vale destacar o preço dos pratos, numa base de 30 dólares, o que eu considerei barato para a qualidade da comida. Enfim, eu indico a visita e pretendo voltar assim que possível. Quem sabe na próxima o Ryan estará lá, me esperando…

Tagine Beverly Hills – 132, N. Robertson Blvd.

 

Costela do Nick

Depois dos excessos de final de ano, todo e qualquer site apresenta uma dieta mágica para recuperar as energias, eliminar os excessos e voltar a balança ao normal. Eu comi muito nas festividades. Isso, porém, não é novidade. Como demais. Sempre. E feliz da vida. Não, não sou gorda, obrigada. E não vou passar dicas de chás e saladas para perder peso no verão. Como boa gourmand que sou (nota: gourmand significa “pessoa apaixonada por gastronomia”) comecei o ano com uma bela de uma costela.

Suculência

As matérias que existem na internet sobre a dita cuja começam sempre com uma nutricionista falando e explicando sobre os perigos dessa carne, o quão ela é gordurosa, que deve ser necessariamente acompanhada de saladas, etc. Yes, we know it. Mas que é boa, é boa, não é? Atire a primeira pedra quem não fica a salivar quando vê aqueles pedaços enormes de costela girando e escorrendo, escorrendo e girando.

Deus da carne

Pois bem, fui semana passada comer a Costela do Nick, que, para mim, é uma das melhores da cidade. Se bem que, pensando bem, esse foi o único local de “comer costela” em específico que já fui aqui na cidade. Prometo em breve ir e provar outros. Mas a Costela do Nick é uma delícia. A carne é suculenta, macia e saborosa, como deve ser toda boa costela. Os acompanhamentos são arroz, maionese, tomate, cebola, folhas verdes e farofa. Pronto. Não precisa de mais nada. Ou, se você quiser enfiar o pé na jaca com gosto, peça aquela loira gelada.

Tente resistir

Se você já está tentado a ir lá e provar essa iguaria, bote na lista dos “prós” o ambiente. O restaurante é uma casinha simples, mesinhas ao ar livre, com o canto dos passarinhos e um ventinho para refrescar. E o atendimento é ótimo. Garçons atentos e solícitos. Ainda, como se tudo isso já não bastasse, o preço é convidativo. Justo, digamos. O almoço sai por cerca de R$22 por cabeça.

Tá bom ou quer mais? Então, vai lá. Nick Costela, Rua Bruno Filgueira, 2397. (41) 3335-1575.

Feliz 2011

Oi Pessoal. Sentiram minha falta? Não né. Pois bem, sabem como é, final de ano, festas, férias, descanso, fiquei um tempinho afastada dos meios eletrônicos de comunicação. Mas já é hora de voltar ao batente e temos muita coisa pela frente nesse ano. Então, antes de começar a falar das comidinhas de 2011, vou voltar um pouquinho só, até o Natal, para não passar em branco e vocês não me encherem o saco porque não coloquei nada das delícias de final de ano.

Todo blog que se preze faz um especial de final de ano, “especial comidas de Natal”. Eu não. Vou falar de um e apenas um único prato que, por mim, deveria ser comum nas gôndolas de supermercado. Poderia existir o ano inteiro, aliás, e estar na minha mesa o tempo todo. O nosso querido amigo Panettone. Alguns gostam, outros odeiam. E já vi de todos os tipos: tem com fruta cristalizada, com chocolate, sorvete, frutas, enfim, com mil e duas coisas. Eu sou fã de todos. Adoro, mesmo.

Panetone Bauducco

Então, como resquício do meu Natal, aí está uma foto do Chocotone Bauduco (momento merchan). E não só desse em especial, mas todos os panetones e chocotones da Bauducco são sensacionais. O que é essa massa gente? Macia, molhada, suculenta, bem recheada… ele até brilha! Adógo.

Só para complementar para os mais ávidos por informação, tipo eu, o Panetone é um prato típico do norte da Itália. A história de sua origem é até engraçada. Um certo rapaz, apaixonado, queria impressionar o sogro padeiro, chamado Toni. Ele criou uma receita de pão doce, com frutas, levemente fermentado. Foi um sucesso. O item começou a ser vendido na padaria como ‘pão de Toni’. Bom, daí para frente, cada um tira a conclusão que quiser. Tá aí o momento cultura do dia.

E chega de falar do ano passado. Tenho muitos posts para 2011! Até breve.